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Antes de Entrar Aristóteles

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Antes de Entrar Aristóteles

09
Ago19

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Ricardo Nobre

Havia que falar da greve dos motoristas de matérias perigosas, da vergonha de ser português e das declarações sobre Portugal não ser uma democracia. Seria interessante reflectir sobre o motivo por que, em 2019, o país é refém de combustíveis fósseis. Era preciso falar do ciclo de cinema anunciado pela Cinemateca Portuguesa, que homenageia em Setembro a poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen e o escritor Jorge de Sena, cujo centenário do nascimento se celebra este ano (a correspondência entre ambos merece ser lida, apesar de eu não ser grande fã da edição disponível). Chegou, no entanto, o momento de fazer o que se tem chamado de «desintoxicação tecnológica».

Estação do Oriente, Lisboa

Senhoras e senhores leitores, boas férias e até Setembro.

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título e imagem de cabeçalho

O título deste blogue é uma expressão de Aquilino Ribeiro que ocorre na última frase do segundo volume de Luís de Camões: Fabuloso. Verdadeiro (Amadora: Bertrand, 1974; 1.ª ed. 1958), que se lê: «Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu antes de entrar Aristóteles.»
No cabeçalho, pormenor da «Escola de Atenas» (Scuola di Atene), de Rafael Sanzio, terminada em 1511. A imagem foi retirada dos Wikipedia Commons e encontra-se sob domínio público.

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