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Antes de Entrar Aristóteles

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Antes de Entrar Aristóteles

22
Jul17

Dois de cinco, mas com Agustina

Ricardo Nobre

A edição da E (revista do Expresso) de hoje dá brado da publicação das obras A Sibila e Dentes de Rato na Relógio D’Água, a mais prestigiada casa editora portuguesa, que publica a obra de Agustina Bessa-Luís.
Na secção da crítica, os Poemas Quotidianos, de António Reis, reeditados pela Tinta-da-China, merecem quatro estrelas de José Mário Silva. O romance (sic) de 86 páginas Ela: Pedaços de Verniz no Chão, de Isabel Guerra Loureiro, tem quatro estrelas de Luísa Mellid-Franco. 
É de salientar, ainda, que Pedro Mexia escreve sobre Humidade, do brasileiro Reinaldo Moraes, a quem atribui duas estrelas. O Fim de Onde Partimos, de Megan Hunter, e Lamento de uma América em Ruínas, de J. D. Vance, são os outros livros recenseados.
Esta semana, dos cinco livros da crítica, dois são portugueses e um outro de língua portuguesa.
NB: A questão da representação de escritores portugueses no Público e no Expresso (amostra limitada à minha leitura) voltará a ser considerada neste espaço com maior profundidade. O objectivo destes textos não é diminuir ou recusar o interesse das matérias sobre as quais os jornais (dentro da sua linha editorial) livremente publicam.

título e imagem de cabeçalho

O título deste blogue é uma expressão de Aquilino Ribeiro que ocorre na última frase do segundo volume de Luís de Camões: Fabuloso. Verdadeiro (Amadora: Bertrand, 1974; 1.ª ed. 1958), que se lê: «Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu antes de entrar Aristóteles.»
No cabeçalho, pormenor da «Escola de Atenas» (Scuola di Atene), de Rafael Sanzio, terminada em 1511. A imagem foi retirada dos Wikipedia Commons e encontra-se sob domínio público.

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