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Antes de Entrar Aristóteles

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Antes de Entrar Aristóteles

22
Out17

«multiplicar as escolas, as disciplinas, as bibliotecas, os museus, os teatros, as livrarias»

Ricardo Nobre

Este blogue não tem como propósito ser uma agenda cultural nem um marcador de leituras. No entanto, como noutros aspectos (ligados à política editorial dos jornais «de referência» no respeito à cultura e à literatura portuguesa), há assuntos que, mesmo sem me tocarem directamente, estão no topo das minhas preocupações sociais: uma delas é seguramente a educação, os conteúdos das disciplinas e os seus currículos. Por isso, «A escola não pode ser uma empresa porque a lógica da educação não é a do mercado» é uma entrevista de Bárbara Wong a Nuccio Ordine (publicada no Público de ontem, p. 16) que deve ser lida e sobre a qual deveria haver um debate público alargado. A importância das Humanidades, que durante muitos anos pensei que só fosse posta em causa pelos muito ignorantes, tem de ser assegurada: porque esses ignorantes começaram a governar-nos.

título e imagem de cabeçalho

O título deste blogue é uma expressão de Aquilino Ribeiro que ocorre na última frase do segundo volume de Luís de Camões: Fabuloso. Verdadeiro (Amadora: Bertrand, 1974; 1.ª ed. 1958), que se lê: «Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu antes de entrar Aristóteles.»
No cabeçalho, pormenor da «Escola de Atenas» (Scuola di Atene), de Rafael Sanzio, terminada em 1511. A imagem foi retirada dos Wikipedia Commons e encontra-se sob domínio público.

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