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Antes de Entrar Aristóteles

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Antes de Entrar Aristóteles

28
Jul17

Não se esqueceram

Ricardo Nobre

Desde que comecei a contagem-síntese neste blogue, esta é a primeira semana em que a literatura portuguesa tem uma forte (ia escrever fulgurante) presença no suplemento «Ípsilon» do Público.

Começa com um (excelente) texto de Isabel Lucas sobre o (excelente) autor de As Pessoas do Drama (e de Impunidade): H. G. Cancela (pp. 24-26). As Pessoas do Drama merece, aliás, quatro estrelas e meia na apreciação daquela jornalista.

Na secção da crítica, são atribuídas cinco estrelas a dois livros portugueses.

Atrás do Expresso, Hugo Pinto Santos faz a crítica aos Últimos Poemas de José Miguel Silva (pp. 27-28). No âmbito da narrativa, A Mulher-Sem-Cabela e o Homem-do-Mau-Olhado, de Gonçalo M. Tavares tem recensão de Maria da Conceição Caleiro (pp. 28-29).

Este número do «Ípsilon» faz ainda a crítica (por Mário Santos) à tradução que Daniel Jones fez de Henry James, O Que Maisie Sabia.

título e imagem de cabeçalho

O título deste blogue é uma expressão de Aquilino Ribeiro que ocorre na última frase do segundo volume de Luís de Camões: Fabuloso. Verdadeiro (Amadora: Bertrand, 1974; 1.ª ed. 1958), que se lê: «Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu antes de entrar Aristóteles.»
No cabeçalho, pormenor da «Escola de Atenas» (Scuola di Atene), de Rafael Sanzio, terminada em 1511. A imagem foi retirada dos Wikipedia Commons e encontra-se sob domínio público.

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