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Antes de Entrar Aristóteles

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu

Antes de Entrar Aristóteles

14
Jun19

Os livros não se medem aos palmos nem aos quilos

Ricardo Nobre

Para não correr o risco de monopolizar o blogue com o tema do preço dos livros (Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, saiu na Relógio D’Água a 18,50 € ou, com promoção, 16,65 € — a edição da Folio custa 7,40 € na Amazon espanhola), posso chamar a atenção para o peso e o formato dos livros publicados em Portugal. Eu sei que o portuguesinho gosta de andar com um livro debaixo do braço e que no Metropolitano faz vista estar a ler um livro enorme, mas há os leitores desgraçados que encontram a sua felicidade e instrução em leitura mais discreta. Tudo o que querem é um livro com uma mancha gráfica boa (já aqui se falou da Folio, mas podia falar da Livre de Poche, da Penguin, da Oxford World’s Classics, entre diversas outras), cuja tipografia e disposição de página não ofenda a vista, e em formato de bolso para transporte e mais fácil arrumação em casa.

Seja como for, o meu projecto de ler literatura francesa em francês continua, por isso, a dar resultado.

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título e imagem de cabeçalho

O título deste blogue é uma expressão de Aquilino Ribeiro que ocorre na última frase do segundo volume de Luís de Camões: Fabuloso. Verdadeiro (Amadora: Bertrand, 1974; 1.ª ed. 1958), que se lê: «Tudo se há-de passar como se estivéssemos no Liceu antes de entrar Aristóteles.»
No cabeçalho, pormenor da «Escola de Atenas» (Scuola di Atene), de Rafael Sanzio, terminada em 1511. A imagem foi retirada dos Wikipedia Commons e encontra-se sob domínio público.

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